segunda-feira, 27 de julho de 2009

O Ácido Quer Doce!

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A fé já é outra. O espírito é o mesmo.
Ânsia de tempos melhores, sim.

Mas enquanto houver tanto tiro no pé e desencontros, em todos os sentidos, não abrirei mão do meu lado revoltado... só tomando cuidado pra não cair na armadilha da demagogia.

No máximo, amo. No MÍNIMO, respeito.

Tudo que odeio, o faço em segredo, porque tenho certeza que isso é fruto do desentendimento e das burras pretensões humanas. Me afasto e, à distância, o meu ódio vai embora e não me consome. Vem outra coisa no lugar.

Mas não me odeie, caro(a), porque você vai alimentar isso pelo resto da sua vida. Não mudo uma palha por quem me odeia. Mudo pela minha própria sensibilidade.

Indiferente só fico ao que ainda não conheço.
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