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Escrito com primeiras pessoas. Prego-me na cruz - apenas metaforicamente, sem culpa, ressentimento ou ideia fixa quaisquer.
É que, como quase todos os pensamentos que constam neste blog, este resulta de rascunhos feitos ao curso dos dias, costurados, remendados, adaptados ao ambiente, impulsivamente.
São autoanálises criativas, olhares para futuros, passados e presentes, próximos e distantes.
Olhares mais inofensivos a mim mesmo.
Crescimento espiritual.
Crescimento espiritual.
Se ainda constam aqui, é porque mantiveram ou ampliaram sua razão de ser.
O heterônimo não o é à toa.
O é porque consegue se desvencilhar das limitações projetivas de seu criador.
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Ultimamente, a cada minuto, chega alguém com uma nova proposta de approach entre as pessoas, supostamente definitiva (ou definitivamente copiada), esperando, creio eu, eliminar todos os desafetos do mundo. Mas ainda conseguem criar novos - e de repente, até mais desafetos do que os que possuam, de fato, esta intenção, propriamente dita. Eis a incompreensão, se alastrando mais uns cantos... assim como a superficialidade.
Não adianta complicar o que é simples e primitivo.
Profetas, filósofos, mahatmas... Ninguém consegue a unanimidade.
Nem por alcance, nem por aceitação.
Mas não me refiro a desordens ou diferenças essenciais entre os seres com a expressão "simples e primitivo". Me refiro ao material bruto que sobrevive intacto a cada novo insight: as expressões originais da existência humana que sufocamos na ordem atual, mas que sempre existiram e existirão; os códigos que surgiram do instinto inocente dos primórdios e os novos, racionalmente incorporados.
Enfim.
Pior mesmo é quem cria approaches buscando novos desafetos.
Pior mesmo é quem cria approaches buscando novos desafetos.
(Será que acabei de cometer este engano, com o nome Approach?)
Mas foi sem querer querendo!
Fazer o bem é não faltar com a generosidade.
Não violentar por ocultar a verdade.
Dizer a verdade sem violentar.
No entanto...
Qual a melhor forma de dizer o que tem de ser dito, senão... aquela como dizemos, certo? Teoricamente, tudo o que é dito deveria ter passado pelos seus devidos filtros.
Mas não tem mais como eu errar o julgamento, a postura, eu já amadureci, evoluí meus pensamentos... É impossível eu ter errado o tom, o vocábulo, a pontuação, a retórica! Sou adulto!
Exceto que... eu ainda erro. A criança em todos nós.
Tenho 24 horas por dia e minhas próprias circunstâncias.
E ainda tenho que dormir.
Persigo o domínio mental de tudo isto.
Acordo melhor amanhã, pronto para novos e despercebidos equívocos.
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