sexta-feira, 6 de julho de 2012

Reler - e enfrentar o outrora.

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Ando pensando no tempo como um potencial emburrecedor - algo bem complexo, visto além da superfície, mas repleto de escolhas simples, feitas em cada dia do cotidiano. Lembro melhor do que fiz ontem - é minha principal referência quando acordo. Ah, e quando digo potencial, claro, não me esqueço que essa condição não é irreversível - muito pode ser feito: ideia que gera agonia e pressa. E é péssima essa "agonia e pressa" que vem logo depois da ideia (errada?) de "desperdício de tempo" - conclusão que tira a ansiedade inútil.

Ou não.

Além de ler o novo, releia.

Reler - e reler - e reler - para nunca se esquecer.
Ter calma. Mesmo num mundo que te obriga a Curtir antes de ver.
Onde há alta pressão, há baixo aprendizado.
Sentimento? Desdenhado.
Frustrações? Ouse revelar uma. Todos temos.

Frustrações impulsionam.
Para onde? Eu que pergunto.

Nota de um anjo chamado Ígol:
Há tanto a explorar, querido...
Você tem "mais de vinte anos", não mais de trinta.
E, de qualquer forma, pode morrer hoje mesmo, quem sabe?
Querer viver já é informação pra cacete.

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