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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Tempo 2.0 - Parte 2

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em letras minúsculas, apenas:

aproveito humildemente este espaço para fazer um pedido a todos que [pelo menos] gostam de mim, até com razão em excesso no meio [o que, se tratando da minha pessoa, é uma possibilidade, eu diria, inviável]: nunca deixem de me dar uma orientação pessoal [em caso de ser voluntária, pensada, decidida - considerem os prós].

é bom lembrar que a gente sempre precisa.

a web 2.0 expõe ideias e caracteristicas em formação... ou informação... ou deformação... ou só expõe besteiras mesmo. é um microfone mais poderoso e mais democrático. de intenções mais abertas e obscuras...

e talvez por ela ser algo assim tão contraditório, as tribos do planeta terra só tenham feito separar ou desaparecer mais do que misturar. quem esperava este rumo? falam em revolução dos nerds e me parece uma conclusão, pois é fato. e possui efeito viral. o "ser nerd" migrou de grupo social, gênero ou estereótipo para costume.

costume que é legal, da hora e todo mundo tem ou quer ter um pouquinho. até o morador de rua fala em orkut e msn.

ter o seu perfil, a sua comunidade. e mesmo que sejam mais que uma, ou "fakes", mesmo que tenham cores, linguagens próprias, ainda obedecem a um só formato. e, pode ter certeza, foi um nerd que o criou.

para mais informações sobre a etimologia do termo NERD, acesse: agá tetepê, dois pontos, barra barra, petê ponto wikipedia ponto org, barra wiki, barra Nerd.
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domingo, 2 de agosto de 2009

Inocência de nada serviu, senão para fazer pouco.

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Pelo AMOR, literalmente, não venha com papo de "não temos mais inocentes" e ponha logo um anúncio no jornal: "precisamos de mais". Pois só se aprende a deixar a inocência com quem é velho de guerra. E eu tive meus professores.


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segunda-feira, 27 de julho de 2009

O Ácido Quer Doce!

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A fé já é outra. O espírito é o mesmo.
Ânsia de tempos melhores, sim.

Mas enquanto houver tanto tiro no pé e desencontros, em todos os sentidos, não abrirei mão do meu lado revoltado... só tomando cuidado pra não cair na armadilha da demagogia.

No máximo, amo. No MÍNIMO, respeito.

Tudo que odeio, o faço em segredo, porque tenho certeza que isso é fruto do desentendimento e das burras pretensões humanas. Me afasto e, à distância, o meu ódio vai embora e não me consome. Vem outra coisa no lugar.

Mas não me odeie, caro(a), porque você vai alimentar isso pelo resto da sua vida. Não mudo uma palha por quem me odeia. Mudo pela minha própria sensibilidade.

Indiferente só fico ao que ainda não conheço.
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domingo, 26 de julho de 2009

Tempo 2.0

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Contemporâneo é de fato esquecer que vivemos num Tempo, composto por quase sete bilhões de tempos individuais e governado por poucas (e boas?) almas, as mais megalomaniacas. É organicamente um requisito.

Supera qualquer mera manifestação de vaidade. Como esta aqui. O "quem sou eu" definitivo numa ampla rede social.
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sábado, 11 de julho de 2009

Nem todo conteúdo é mensagem digna de ser lida. Mas só se descobre lendo.

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Há a ausência no gesto. A necessidade na fala.
A procura na compreensão. A vaidade no afeto.
A solitude ao esquecer e a solidão ao lembrar.
Há também a chance de não perguntar.
E não saber. E entender mais.

Envolver a presença no gesto,
a vontade na fala,
a satisfação na procura,
a humildade no afeto,
a solitude ao lembrar.

Há a chance de sempre perguntar.
E saber. E entender menos.
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segunda-feira, 15 de junho de 2009

"The language is leaving me in silence."

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Não é toda a bagunça que incomoda.
É a distância.

Mais penetrante do que qualquer junção de palavras.
Tão difícil de entender, exceto quanto ao porquê.

Faltam elementos? Trocas? Respeito?
Desculpas só a quem não conhece.

Mas e a quem conhece?
Há a distância.

A sensação de metaforizar-se é frustrante.
É alguma derivada de ver-se tal como se é.

Quanta gente de carne passada e osso gasto...
Além do mais, se está distante, é porque não importa.

Certo?
Ou deveria importar?

Responda Sim ou Não, dane-se, a mim importa.
Mas quando importa, não é distante.
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sexta-feira, 12 de junho de 2009

Quando resolvi - por que não? - sair.

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Pela minha vida ou por um convite.
Por não saber como explorar de perto.
Mas com tantas naturezas fora e dentro.
Esperando para chocarem-se ou unirem-se.
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"Estamos habituados a separar o mundo exterior do interior. Mas não é necessário fazê-lo. Nosso espírito pode ir além das fronteiras que lhe impomos, ir ao além. Além dos limites em que circunscrevemos nosso mundo, há muita coisa nova e diferente."

[H. Hesse]

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domingo, 17 de maio de 2009

A vitória está do seu lado.

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Eu sabia desde o início. Nunca pensei outra coisa.
Houve só um tempo em que sonhei meus sonhos mais alto.
Como é comum na vida de cada um.
De quem você sente falta? O que você não tem?
Ou você está bem agora?
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terça-feira, 12 de maio de 2009

Fazer sem sentir...

é uma coisa engraçada.

A incomunicabilidade é tanta,
que qualquer esboço de conto de fadas é bem-vindo.

Eis a vida:
quanto maior é o sofrimento,
menor é a chance de um clímax.
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quarta-feira, 6 de maio de 2009

domingo, 26 de abril de 2009

Você sabe.

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Se tem algo que estimula a escrita, é a Não Vida.
E, para ela, todo conselho ou falso entendimento é pouco.
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Pro"s"ac dos Pro"s"acs

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Não haverá sensibilidade ou compreensão no mundo que salvará a vida de alguém. É uma questão de habilidades, propriedades, interesses, culturas, histórias, comunicação, concentração.

Pois é. Concentração.
Transformo-as então em Distração.

Fiz, está feito.
Vi, está visto.

Se, num determinado momento, o que era certo se torna uma piada, é a incerteza mais certa martelando na cuca: ou somos todos pequenos demais para um grande ideal, ou um homem já é grande demais para uma só idéia. Sequer queremos ser só grandes ou só pequenos.

Somos todos, de fato, imensuráveis, no sentido mais abstrato ou concreto do termo.
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domingo, 8 de março de 2009

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Está no filme de Gus Van Sant. Eternizou.

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O primeiro tiro que Harvey Milk levou consigo foi disparado contra sua mão. Um impulso corajoso, contra um impulso covarde.

Um brinde aos impulsos desta vida.
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terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Não cresçam, por favor!

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Cuidado com o que você deseja aos outros...
Pode realmente acontecer... com os outros.

(Sentiu alguma coisa apertando no peito? Não?
Então você está pronto para a vida adulta.)
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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Não conheço revolucionário que não imponha de suas próprias conclusões, então me mostro Fraude por eles todos.

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Eu não poderia estar mais ajustado à sociedade a qual pertenço.
Uma sociedade que escolhe seus vilões dia-a-dia.
Que transforma tudo numa novela.

Supostamente há grandeza maior neles.
E menor em saber "como foi o seu dia" e "por que você está assim".
Se você ainda pensa, procure a raiz de tudo.
Ela não existe.

Há alí algo parecido com um motivo, que você inventou.
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

O Mau Esta na Civilizassaum

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O silencioso mártir, Eu, propõe:

Uma luta diária, interna
e cada vez mais involuntária
por um mundo menos

hipócrita (das coisas mais prazerosas)
medroso (das coisas mais benéficas)
invejoso (das coisas mais comuns)
mentiroso (das coisas mais puras),

ou seja, absurdo,

e agora questiono bravamente o uso do

SOLILÓQUIO.

Artistas e comunicadores estão aderindo ao dito cujo.
Ou seja: o mundo inteiro está!
Quase estamos nos entendendo somente por este...

meio.

Um tal de "Hã?", "Quem?", "Como?",
não entendi nada,
entendi tudo,
não ouvi o que queria,
nem me venha falar de...
ai... que que foi?

No pain.

No pain?
No pain, no gain!
Even more pain com o SOLILÓQUIO!
É hora de estabelecer que se compreendeu o que foi dito.
Contato imediato.
Uma questão de prática. Entender universos.
Quando feito em conjunto, as dores se casam, se anulam, se esquecem. Sei lá.

É, sei lá!
Um "sei lá" torna tudo muito mais legítimo.
Um ponto de interrogação, exclamação...
Reticências, olhaí, por que não?

  • Tabulações e espaçamentos...
(Bom... Talvez por isso eu seja o Dr? Fraude.)
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