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THE (very beginning) END.
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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
domingo, 23 de dezembro de 2012
Fechar de vez?
...
Sim. Esta possibilidade, que não deu certo.
E abrir outras.
Chega de infortúnios, de poucas e más leituras, de recorrer ao passado e precipitar o presente, de usar este subterfúgio que não dá certo.
Não. Não vou me matar.
Só meu autor pode acabar comigo.
E ele decidiu fazê-lo.
Juro que não esperava.
Esperava isto, aliás, de tantas outras formas...
Mas, enfim, por que não deu certo?
Será que meu autor não queria isso?
Não tinha coragem o bastante?
Nem talento? Nem conhecimento?
Nem vontade de me mostrar para o mundo?
O que é dar certo?
O que é necessário para tal?
Por que acho que não deu certo?
Já sei.
Não trago felicidade alguma ao meu autor, há um bom tempo.
Não trago nada de bom, na verdade.
Me tornei contraproducente.
Mas, ei, não é meu autor quem decide isso?
Então o contraproducente é ele!
Acho que é por isso que ele vai me matar, então.
Ele não sabe mais o que fazer comigo.
E eu que pensava que ele era meu amigo.
Oh, doce ilusão.
Ah, sabe de uma coisa?
Agora quem não quer mais sou eu.
Vai lá correr atrás do seu PhD em alguma coisa, seu autor de merda! Vai viver o sistema, sem mim!
Eu não quero mais nada dessa vida...
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Sim. Esta possibilidade, que não deu certo.
E abrir outras.
Chega de infortúnios, de poucas e más leituras, de recorrer ao passado e precipitar o presente, de usar este subterfúgio que não dá certo.
Não. Não vou me matar.
Só meu autor pode acabar comigo.
E ele decidiu fazê-lo.
Juro que não esperava.
Esperava isto, aliás, de tantas outras formas...
Mas, enfim, por que não deu certo?
Será que meu autor não queria isso?
Não tinha coragem o bastante?
Nem talento? Nem conhecimento?
Nem vontade de me mostrar para o mundo?
O que é dar certo?
O que é necessário para tal?
Por que acho que não deu certo?
Já sei.
Não trago felicidade alguma ao meu autor, há um bom tempo.
Não trago nada de bom, na verdade.
Me tornei contraproducente.
Mas, ei, não é meu autor quem decide isso?
Então o contraproducente é ele!
Acho que é por isso que ele vai me matar, então.
Ele não sabe mais o que fazer comigo.
E eu que pensava que ele era meu amigo.
Oh, doce ilusão.
Ah, sabe de uma coisa?
Agora quem não quer mais sou eu.
Vai lá correr atrás do seu PhD em alguma coisa, seu autor de merda! Vai viver o sistema, sem mim!
Eu não quero mais nada dessa vida...
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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Se o mundo fosse acabar, por onde ele começaria?
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Neste apocalipse fictício
(afinal, encarar o mundo vivo e real é bem mais difícil),
decido voltar a me voltar para o meu próprio abismo.
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Neste apocalipse fictício
(afinal, encarar o mundo vivo e real é bem mais difícil),
decido voltar a me voltar para o meu próprio abismo.
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domingo, 3 de janeiro de 2010
É o fim de novo...
...mas com a promessa de um novo começo.
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Ou melhor, de um novo surto.
...
[Valeu a pena. Só eu sei.]
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Um último pensamento...
...da corajosa Julie Powell,
aquela blogueira de Julie & Julia:
"Sometimes, if you want to be happy, you've got to run away to Bath and marry a punk rocker. Sometimes you've got to dye your hair cobalt blue, or wander remote islands in Sicily, or cook your way through Mastering the Art of French Cooking in a year, for no very good reason."
.
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Ou melhor, de um novo surto.
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[Valeu a pena. Só eu sei.]
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Um último pensamento...
...da corajosa Julie Powell,
aquela blogueira de Julie & Julia:
"Sometimes, if you want to be happy, you've got to run away to Bath and marry a punk rocker. Sometimes you've got to dye your hair cobalt blue, or wander remote islands in Sicily, or cook your way through Mastering the Art of French Cooking in a year, for no very good reason."
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